Paróquia do Sagrado Coração de Jesus convida

A Paróquia do Sagrado Coração de Jesus está convidando pessoas interessadas em ajudar na Pastoral do Batismo e na organização do Leilão de Vivos.

Os interessados na Pastoral devem procurar a coordenação pelo telefone: 3633-2259 (Antonio Aparecido Bertholucci De Aro); antoniodearo@ig.com.br.

Já os que desejarem ajudar no Leilão de Vivos, devem entrar em contato com o Pe. Marcos na secretaria da paróquia.

 

A missão exige apóstolos destemidos

Estamos celebrando, hoje, o dia de São Timóteo e São Tito. Nos três evangelistas sinóticos, é encontrada a narrativa do envio dos doze apóstolos. Lucas retoma esta narrativa, ampliando-a para o envio de outros setenta e dois, em território gentílico, quando Jesus caminhava para Jerusalém.

Como fizera com os doze, Jesus instruiu os setenta e dois discípulos enviados, dois a dois, a preparar Sua passagem a caminho de Jerusalém. Servidores do Reino, competia-lhes dispor as pessoas para acolher o Mestre e Sua mensagem, deixando-se converter para Deus. Tarefa difícil, se considerarmos que os discípulos se encontravam em território samaritano, cuja hostilidade contra os judeus era assaz conhecida.

Por isso, as instruções de Jesus insistem em apresentar as dificuldades que deverão enfrentar. Eles serão “como cordeiros entre lobos”. Estarão em condições de desigualdade, podendo ser vítimas fatais da agressão dos habitantes das cidades que iriam visitar. Portanto, a missão exige apóstolos destemidos.

Timóteo e Tito não eram judeus, ambos pertenciam ao mundo pagão, e encarnaram o primeiro problema encontrado na Igreja nascente, isto é, se era lícito batizar os pagãos sem que antes passassem pela circuncisão judaica. Era uma questão candente, pois havia entre cristãos importantes de Jerusalém uma forte corrente conservadora que queria impor aos pagãos convertidos a legislação de Moisés. O problema exigiu a convocação do primeiro Concílio dos apóstolos em Jerusalém, onde venceu a tese de Paulo de que não era mais a observância da lei mosaica que salvava, mas sim a fé em Cristo.

Timóteo nasceu em Listra, Ásia Menor, de pai pagão e mãe judia, de nome Eunice. Esta abraçou o Cristianismo, quando Paulo passou em Listra. De sua mãe, Timóteo recebeu o espírito cristão com certa cultura judaica. Na segunda passagem de Paulo por Listra, o apóstolo levou consigo o jovem Timóteo. Tinha, na ocasião, vinte anos de idade. Desde então, Timóteo será o companheiro e fiel colaborador de Paulo, acompanhando-o em quase todas as suas viagens, sendo-lhe confiadas missões delicadas junto às igrejas recém-fundadas.

Também de Tito, as únicas informações sérias nos são dadas pelas cartas do apóstolo Paulo. Era pagão de nascimento e, provavelmente, de origem antioquena. Jovem ainda, converteu-se ao Cristianismo e tornou-se companheiro e inestimável colaborador de Paulo. Encarregado por este de importantes missões, foi duas vezes a Corinto para pacificar aquela igreja, uma vez a Jerusalém para entregar a importância duma coleta em favor dos cristãos. No ano 64-65, foi com São Paulo à ilha de Creta e lá o designaram bispo daquela região. Mais tarde visitou a Paulo em Nicópolis e em Roma.

Voltou novamente à ilha de Creta, onde recebeu uma carta do próprio mestre, Paulo, que figura entre os livros sagrados.
As três cartas, escritas por Paulo a estes seus dois discípulos, têm alto valor pelo conteúdo eminentemente pastoral, de tal modo que podem ser consideradas como o primeiro diretório pastoral dos bispos de todos os tempos.

A metáfora da condição dos discípulos é uma forma de descrever o futuro da missão. Ser “cordeiros entre lobos” não dá margem para dúvidas: a missão está destinada a ser uma batalha desigual, onde toda prudência é pouca. Nada de ilusões!
Humanamente falando, as orientações dadas por Jesus deixavam os discípulos numa situação de fragilidade.

Os enviados em missão devem estar despojados e confiantes. Em seu anúncio, sofrerão a repressão dos poderosos, que são como que lobos. A pobreza material levava-os a depender da caridade alheia. Como se sabe, nem todo mundo está disposto a ajudar. Quem depende de esmolas, está sujeito a toda sorte de ironia, gozações e humilhações, sem contar o risco de sofrer agressões físicas. A recomendação de não escolher casa ou cidade onde entrar – os discípulos deveriam ir a toda cidade e lugar por onde Jesus passaria – obrigava-os a visitar até mesmo povoados hostis, especialmente os situados na região da Samaria.

Lucas destaca por duas vezes a determinação de “entrar” e “comer” nas casas, o que é uma negação dos costumes do Judaísmo de não entrar, e muito menos comer, em casa de gentios.

Se a hospitalidade em uma cidade lhes fosse recusada, eles não teriam o direito de fazer uso da força ou da violência. Bastava-lhes sacudir o pó das sandálias, e seguir adiante.

Falando na perspectiva do Reino, a ação missionária oferecida aos setenta e dois discípulos exigia deles serem testemunhas do mundo novo proclamado por Jesus. Aí os bens materiais deveriam ser relativizados, não tendo primazia no coração humano. A solidariedade seria um imperativo, e a violência, banida. Por conseguinte, a reação dos apóstolos diante de situações adversas já seria uma ação evangelizadora.

Padre Bantu Mendonça
Canção Nova

Maria de Fátima

Estava aumentando minha casa fazendo 3 quartos na parte d cima, semana retrasada estavamos nos preparando para dormir meus filhos meu neto que no dia tinha 27 dias e eu derepente os comodos de cima cairam , meus 2 filhos sairam e qdo minha filha saiu com meu neto no colo os tijolos cairam do seu lado achei que nao conseguiria sair, mas Deus
livrou minha familia nos protegeu,uma parte da laje nao caiu o engenheiro disse que se tivesse caido a parte d baixo nao suportaria e cairia,minha familia foi abencoada e so tenho agradecer a Deus por ter nos livrado

Grupo Renascer convida para Retiro de Carnaval

O Grupo de Oração Renascer, da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, convida os adolescentes e jovens acima de 13 anos, para participar do Retiro de Carnaval que será realizado de 9 a 12 de fevereiro na Casa de Encontros do Seminário de São João da Boa Vista.

Os interessados devem procurar a coordenadora do Grupo, Janaína Sette ( 9145-9740) e pegar a ficha de inscrição.

O Retiro custará R$60 (sessenta reais).

Jovens são o foco da Campanha da Fraternidade 2013

Depois de 21 anos, a Campanha da Fraternidade (CF) retorna ao tema da juventude. Com o lema “Eis-me aqui, envia-me!” e o tema central Fraternidade e Juventude, novamente a CNBB traz à discussão os jovens e a mudança de época vivida atualmente. Em 1992, o tema Juventude, Caminho Aberto já havia discutido e refletido sobre a inclusão dos jovens na evangelização.

“Este ano, o tema trata da juventude de forma geral e abrangente. Todo o trabalho, reflexão e conteúdo que será desenvolvido, aprofundado durante a Quaresma, de forma especial, neste ano de 2013, serão relacionados à juventude”, explica o padre Ladir Casagrande, coordenador da Pastoral da Arquidiocese de Passo Fundo.

O lançamento acontece sempre na Quarta-feira de Cinzas. Neste ano, será no dia 13 de fevereiro. “Depois do Carnaval, então, começa o período chamado Quaresma, e neste dia também é feito o lançamento da Campanha”, comenta o padre. De acordo com ele, a Campanha da Fraternidade tem como objetivo geral “acolher os jovens no contexto de mudança de época em que estamos vivendo, propiciando desta forma caminhos para o seu protagonismo, no seguimento de Jesus Cristo, bem como na vivência eclesial e na construção da vida, da justiça e da paz”, destaca.

Por isso, durante o período da Quaresma acontecem em todas as paróquias diversas celebrações. A primeira delas, que é a que abre o período, é a Quarta-feira de Cinzas, “onde acontece a celebração das cinzas, quando é feita a imposição das cinzas na cabeça das pessoas. É um rito que lembra também a finitude humana. Como seres humanos somos finitos e também somos pessoas que dependem completamente de Deus, somos também parte integrante do meio ambiente, na natureza, do planeta como um todo”, ressalta.

A seguir, todos os domingos, até a Páscoa, que este ano é no dia 31 de março, acontecem celebrações a partir da temática da CF “e também com encontros de grupos de família, com material todo preparado pela CNBB do Rio Grande do Sul. São vários encontros, celebrações para serem feitas nos grupos, nas famílias, na catequese, também nas escolas e nós, como arquidiocese, também estamos produzindo diversos materiais para facilitar a reflexão, o aprofundamento desta temática”, completa padre Ladir.

As Campanhas organizadas oficialmente pela CNBB começaram no ano de 1964. “Todos os anos é escolhido um tema, sempre a partir de uma realidade, de uma situação que a igreja percebe que precisa ser transformada, enfrentada, trabalhada, refletida, para melhorar esta situação. Existe uma equipe que coordena a Campanha da Fraternidade, onde é feita essa discussão. Muitas vezes acontecem sugestões, abaixo-assinados de grupos que se organizam para que entrem diversos temas como temáticas da Campanha. Este é o processo de escolha do tema, que vai se dando todos os anos para ser refletido na Campanha da Fraternidade”, explica.

Fonte: onacional.com.br